Cirurgia da diástase

Olá, tudo bem?


Lembra que eu comentei no post anterior que “existe uma cirurgia intermediária, que pode corrigir a diástase supra e infraumbilical, sem mexer no umbigo e ficando com uma cicatriz pequena, mas isso será tema de um post futuro. Aguarde……”


Bom, como eu havia falado, existe a cirurgia do miniabdome, que só corrige a parte infraumbilical e existe a abdominoplastia completa, que corrige a diástase e a flacidez, mas que leva a uma cicatriz grande para remover toda a pele flácida.


Bem, imagine uma mulher que tenha uma diástase (afastamentos dos músculos) tanto na parte de cima quanto na de baixo do abdome, mas que tem pouca ou nenhuma flacidez e que não queira aquela cicatriz gigante nem queira uma cicatriz no umbigo. A cirurgia do miniabdome não iria resolver a parte de cima e a cirurgia completa ia levar a uma cicatriz grande.


Nestas pacientes, o que se faz é uma cirurgia “intermediária”. Esta cirurgia usa a cicatriz da cesárea (se houver, caso contrário pode criar uma semelhante) e, descolando a pele para cima, por sob a cicatriz umbilical que é descolada da musculatura sem nenhuma cicatriz externa, vai até lá em cima no osso esterno, criando um túnel por onde o cirurgião plástico pode corrigir a diástase. Uma vez feito isso, a umbigo, que foi descolado (solto) da parede abdominal é novamente fixado (por dentro, sem cicatriz por fora), como era antes e a cicatriz final fica do tamanho de uma cesariana.


Esta cirurgia serve, então, para aquelas mulheres que tem diástase, mas com pouca flacidez de pele. Esta cirurgia pode ser associada a uma lipoaspiração quando se deseja remover gordura também, mas sua limitação técnica é que não corrige flacidez.


Será que esse é o seu caso?